A Sinfonia 

8
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Na sinfonia dos sentidos

O vento sopra ideias inovadoras

Sem amarras, sem convenções

Explorando mundos proibidos.


A liberdade dança nas entrelinhas

As palavras encontram-se num abraço

Criam laços invisíveis de poesia

Neste livre verso, tudo é possível


O amanhã faz-se presente no agora

O ontem transforma-se em história

A eternidade revela-se no instante


Transcendo, flutuo além da realidade

Encontro o infinito nas palavras

Crio, transformo, encanto e guio

Nesta dança entre linhas e traçados.


Oh, livre verso, janela para o éter

Onde a imaginação se liberta

Onde a poesia alcança o sagrado

E na tinta, a eternidade se revela


Trespasso limites e barreiras

Em cada estrofe, levanto voo

As rimas são pontes, a métrica inspira

E nas entrelinhas, o infinito se insere.


Neste sonho que foge à realidade

Encontro liberdade de expressão

Atingindo as estrelas com palavras

E alcançando a transcendência na emoção.


Os versos são pássaros, a métrica, asas

As palavras dançam em perfeito compasso

Neste livre verso, tudo se renova

E a poesia transcende fronteiras, no abraço.


Assim, solto-me nas ondas do verbo

E deixo-me levar pelos pensamento

Nas linhas deste poema singular

E deixo que poesia dê asas ao sentimento


Num abraço entre as letras, o tempo se expande

O amanhã torna-se presente no agora

Nas palavras, a eternidade revela-se

E na magia do soneto, a alma aflora.


Neste verso livre, rompo as amarras

Transcendo o tempo, as barreiras caem

A poesia leva-me além dos horizontes

Neste livre verso, sou infinita



Ana Luar Vaz.



A Sinfonia 

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